Mês: outubro 2017

Zona de conforto: 7 motivos pelos quais você deve parar de nadar em águas calmas

Zona de conforto: 7 motivos pelos quais você deve parar de nadar em águas calmas

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”

Você dificilmente faz algo fora do seu padrão de comportamento ou acha complicado demais sequer pensar em mudar seus hábitos? Se suas respostam foram positivas, então muito provavelmente você tem receio de sair da sua zona de conforto.

Assim como o curso natural da vida, para evoluir e crescer nos âmbitos pessoal e profissional, é preciso que o ser humano lide com situações que estão fora do seu considerado “normal”.

Sair da sua zona de conforto não é abrir mão do conforto em si, mas sim saber lidar com o medo que impede que você corra riscos e aproveite o processo de crescimento que esse caminho pode proporcionar.

Preparamos esse material para que você entenda melhor o que é, quais os perigos e como sair de vez da sua zona de conforto. Confira!

O que é a zona de conforto, afinal?

A zona de conforto é o conjunto de hábitos e padrões que adquirimos em nossa vida, desde a infância e adolescência até a vida adulta. Por estarem enraizados, normalmente esses hábitos e padrões se tornam inconscientes — com isso, vamos repetindo as mesmas ações e atitudes sem perceber.

São aquelas coisas que temos preguiça de mudar, sabe? Por exemplo: o padrão de não fazer exercício físico, de não romper limites pré-estabelecidos, de dizer “sim” para tudo que os outros nos pedem, de não sermos proativos na vida profissional, etc.

Quais são os perigos e consequências de permanecer nela?

Sem dúvida você já leu ou escutou a seguinte frase, que acredita-se ser de Albert Einstiein:

Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

Essa citação resume o principal perigo da zona de conforto. Ao manter sempre as mesmas ações, uma pessoa dificilmente conquistará novos resultados. Raramente celebrará novas conquistas profissionais, novos relacionamentos pessoais, crescimento empresarial, assim por diante.

De uma maneira mais ampla, existem ainda outros riscos de permanecer por longos períodos na zona de conforto:

  • a não evolução pessoal e profissional, pois a pessoa se fecha para novas experiências;
  • a queda ou estagnação dos resultados da empresa, por não buscar novos aprendizados, soluções, parcerias, etc.;
  • a falsa sensação de segurança e felicidade, que pode ser facilmente abalada por imprevistos externos, como uma crise financeira;
  • o desequilíbrio entre as diferentes áreas da vida, pois as áreas que permanecem na zona de conforto “ficam para trás”;
  • entre outros.

7 motivos para sair da zona de conforto de uma vez por todas

Parar de nadar em águas calmas pode trazer muitos benefícios para sua vida pessoal e profissional. Veja aqui as principais razões para lutar contra a sua zona de conforto:

1. Conhecer suas potencialidades escondidas

Você vai se surpreender com o que se pode descobrir sobre si mesmo no momento em que decidir fazer algo fora do habitual. Quando você corre atrás de um objetivo que antes parecia impossível, se depara com um leque de habilidades e técnicas que você pensava serem inexistentes.

Mesmo que você encontre pedras no caminho, vai perceber que sua capacidade de contornar e lidar com situações difíceis é muito maior do que você jamais poderia imaginar.

2. Expandir a criatividade e habilidades

Depois de conhecer novas potencialidades, você pode mergulhar naquelas que realmente o motivam a seguir em frente. Ou seja, aquelas atividades e assuntos que fazem com que você queira estudar, praticar e se desafiar cada vez mais.

Com isso, abre-se uma estrada gigantesca para que você desenvolva habilidades profundas e a criatividade para propor soluções e contornar problemas.

3. Descobrir a flexibilidade

É comum que as pessoas que ficam tempo demais rodeadas das mesmas escolhas, grupos e atividades acabem se fixando em um único ponto de vista.

Quando você decide se desafiar para além dos seus limites, passa a enxergar novos ângulos — talvez mais proveitosos — da mesma realidade e começa a se aproximar de novas maneira de ver a vida.

Isso resulta numa maior flexibilidade, tanto na maneira como você encara suas atividades e conflitos atuais, quanto na maior facilidade de lidar com as oportunidades oferecidas pela vida.

4. Melhorar sua capacidade de networking

Para ter sucesso, um empreendedor também precisa investir em relacionamentos e networking. Porém, um empresário que mantém sempre os mesmos hábitos acaba se conectando sempre com as mesmas pessoas. Ou, pior do que isso, tem contato com muitas pessoas, mas de forma rasa.

Ao sair da zona de conforto, você passa a experimentar novas situações e a compreender outros pontos de vista. Com isso, sua empatia e capacidade de relacionamento crescem muito. A partir daí, fica bem mais fácil entender como você pode ajudar outras pessoas e como elas podem te ajudar.

5. Eliminar medos (conhecidos ou não)

Tanto os medos que você já conhece como os mais profundos — que ainda estão no inconsciente — têm uma característica em comum: a de prender você em um ciclo vicioso.Por ter medo de mudar em uma determinada área, você não arrisca e não faz nada diferente. Consequentemente, os medos se fortalecem e crescem ainda mais.

Fingir que o medo e a incerteza não existem é sinônimo de engano próprio. Ao assumir riscos de forma controlada e se desafiar a situações que normalmente não faria, você pode experimentar algumas dessas incertezas em um ambiente gerenciável.

Sair da zona de conforto, mesmo que com passos pequenos, faz com que você confronte seus medos, ainda que não tenha certeza de como lidar com isso. O simples fato de agir já faz com que seus receios comecem a se dissipar.

6. Acreditar mais em você

A autoconfiança, a autoestima e o amor próprio crescem à medida em que você supera novos desafios. Isso não quer dizer que você deva mergulhar nos seus medos e ansiedades de uma vez só. Normalmente, pequenos passos para fora da sua zona de conforto fazem com que a autoconfiança se desenvolva gradualmente.

Com isso, cria-se um novo ciclo; dessa vez, um ciclo virtuoso. Quanto mais você sai da zona de conforto, mais autoconfiança ganha para encarar novas situações desconfortáveis.

7. Tornar-se mais independente

Pessoas que vivem na zona de conforto acabam se tornando dependentes de seus próprios hábitos. O problema é que vivemos em uma sociedade dinâmica, onde o contexto de vida pode mudar rapidamente. E quando as coisas mudam, se você não estiver acostumado a se desafiar, vai acabar dependendo de outras pessoas para “não cair”.

Por isso, cada passo para fora da zona de conforto faz com que você explore também a sua autenticidade, independência e autoliderança. Assim, as condições externas podem até mudar, mas a confiança em si mesmo continuará presente.

Obviamente, sair da zona de conforto pode ser — como o nome já sugere — um pouco desconfortável. No entanto, os benefícios são inúmeros. Ao desafiar a si mesmo no empreendedorismo e em outras áreas da vida, você abre espaço para novas oportunidades e conquistas, trazendo muito mais resultados e aprendizados.

Se você gostou desse conteúdo, aproveite para ler o post Não tenha medo do desconhecido ao empreender.

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Pesquisa da ISMA Brasil constatou que 72% dos profissionais do Brasil manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam

Quero mudar de carreira, como escolho? Essa pergunta é mais comum do que imaginamos.

Eu mesmo já passei por isto mais de uma vez, seja por não estar satisfeito com uma carreira ou seu rumo, ou porque eu queria novos desafios, oportunidades, ser promovido, empregabilidade, sair de minha zona de conforto, maiores salários, crescimento profissional, entre outros tantos motivos. Sobram razões para sonhar com um novo projeto de vida.

O fato é que pesquisas relatam, de formas diferentes, a mesma questão sobre a insatisfação com o trabalho, independente o que isto signifique para cada um de nós. A ISMA (International Stress Management Association) Brasil constatou que 72% dos profissionais manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam.

Conforme uma série de mudanças a cada dia mais rápidas, dentre elas disponibilidade de informações de forma fácil, ascensão de classe social, mais anos de estudo, as pessoas cada vez mais tornam-se reflexivas sobre o retorno que um trabalho, carreira, profissão deve dar a cada um, bem como, qual a sua contribuição à sociedade usando o seu talento como ferramenta, isto, ainda conectado com o seu propósito de vida, muitas vezes ainda não muito “claro”, torna o projeto “mudança” ainda mais desafiador .

1.Paixão – Reflita com muita calma sobre o que realmente te dá paixão profissional, aquilo que você se pega mesmo sem perceber pensando, sendo curioso, querendo aprender e fazer mais, agregar valor, isto fará uma grande diferença. Também exercite imaginar se daqui um tempo você se vê atuando com esta “paixão”, pois independe de qual for, a dedicação sempre será muito grande;

2. Valor – E importante identificar e validar sua paixão, mas, ela por si só é insuficiente para aumentar suas chances de sucesso neste projeto de mudança de carreira, é necessário que sua paixão gere valor ao mercado e, seja reconhecida por isto. Simplificando, estamos falando em viabilidade econômica, a sua paixão tem “apelo econômico”? Se sim, está de acordo com sua expectativa de ganhos? Sem esta avaliação, as chances da mudança de carreira não darem certo são maiores e, até o risco de retorno à “carreira insatisfatória” e frustração também são grandes.

3. Conhecimento – Se pergunte: ” Quanto você conhece desta nova carreira ou posição? Há necessidade de algum conhecimento formal (como certificados ou diplomas? Possui contato com alguém que já atua onde você quer ir? De que tipo de conhecimento precisa ter para iniciar nesta posição? Seria interessante fazer um plano para atingir tal conhecimento.

4. Comunicação – Interna e externa. — Primeiro a comunicação interna (com você), chegou a uma definição e se convenceu desta decisão? Se não, o que falta? O que te impede de ter a decisão? — Segundo a comunicação externa, como se posicionará no mercado de trabalho, desde curriculum, linkedin e entrevistas, o pode falar a seu favor para esta mudança e para que os outros “comprem” a sua ideia de mudança?

Lembrando que terá concorrentes muitas vezes tão ou mais experientes do que você para esta nova posição.

5. Procure ajuda – Há um ditado relevante que diz: “Se quer ir rápido, vá sozinho, se quer ir longe, vá acompanhado.” Recomendo sempre que possível pedir ajuda seja profissional ou de uma amigo ou conhecido que já trilhou este caminho e, pode com mais assertividade, segurança te apresentar as possíveis armadilhas e aumentar assim suas chances de sucesso no projeto “mudança de carreira”. Lembre-se: “pensando bem, você pode crescer!”.

5 lições sobre o dinheiro ensinadas pelo Nobel de Economia

5 lições sobre o dinheiro ensinadas pelo Nobel de Economia

Richard Thaler é considerado um dos fundadores das finanças comportamentais. Veja quais são suas principais ideias

Richard Thaler, ganhador do Prêmio Nobel de Economia deste ano,negou o conceito, amplamente usado na economia clássica, de que as pessoas olham para uma nota de um dólar como uma nota de um dólar. O economista americano e atualmente professor da Universidade de Chicago concluiu que pessoas podem, na verdade, ser bem irracionais ao lidar com o dinheiro.

Essa irracionalidade é provocada por questões psicológicas que fazem com que um item em promoção, por exemplo, seja percebido como um negócio melhor do que se fosse vendido pelo mesmo preço, mas não estivesse em promoção.

Ao longo de 40 anos, ele mostrou que consumidores e investidores têm uma racionalidade limitada, preferências sociais e falta de autocontrole, características que têm grande impacto na vida financeira.

Ao verificar que, mesmo com muita informação sobre as finanças, é difícil para qualquer pessoa modificar comportamentos que são quase automáticos, em um de seus livros, chamado de “Nudge: o empurrão para a escolha certa”, ele mostra como políticas públicas podem ajudar as pessoas a economizarem mais. O ponto chave, explica, é simplificar esse processo de decisão ao máximo.

Por exemplo, empresários que dão a opção a seus funcionários de contratarem ou não um plano para a aposentadoria e ainda fazem com que eles tenham de decidir diversos detalhes acerca de sua contribuição mensal dificultam muito a decisão. Seria preferível fazer com que, ao ser contratado, o funcionário começasse a investir na aplicação, que já embutiria ajustes na contribuição ao longo do tempo e conforme fatores como idade, de  forma automática. Basta dar a opção de saírem do plano, e não de entrar. O economista constatou que, dessa forma, as pessoas podem economizar até três vezes mais.

Apesar da dificuldade em mudar comportamentos históricos, Thaler dá ideias de como identificar e driblar os truques da mente para tomar a decisão correta quando o assunto é dinheiro.

1) Coloque tudo no débito automático

Quanto menos obstáculos houver em sua vida financeira, mais acertadas serão suas decisões, segundo Thaler.

Então, por que não simplificar e colocar o dinheiro mensal destinado a uma aplicação financeira em débito automático? Dessa forma, não será necessário decidir se o valor deve ser mesmo destinado para aquele objetivo. É uma forma de não pensar muito sobre o tema, e não ceder a eventuais tentações de curto prazo.

2) Não se deixe enganar por números

É mais fácil desistirmos de uma compra quando vemos que um produto de mil reais está 100 reais mais barato em outro local do que quando um produto de 5 mil reais está sendo vendido por 100 reais a menos na loja concorrente.

Thaler explica que, como consumidores, nos atemos a porcentuais de preços, mas esquecemos da economia em números absolutos, que, no exemplo, é exatamente a mesma em ambos os casos. Portanto, deveríamos valorizá-la em ambas as compras.

A mesma coisa acontece quando vemos um produto em promoção. Ao invés de ceder ao impulso de comprá-lo por conta do porcentual alto de desconto que está sendo concedido, é bom se perguntar: o produto, de fato, está mais barato do que o de uma loja concorrente, que não está realizando promoções no momento? Você compraria este produto por este preço se ele não estivesse em promoção?

3) Entenda o impacto de cada decisão no orçamento

Thaler descobriu que a visão de consumidores sobre o orçamento é dividida para usos específicos, como lazer, contas da casa e aposentadoria. O economista chama esse fenômeno de contabilidade mental, que é a tendência em focar no impacto de decisões individuais, e não no impacto geral que elas têm sobre o orçamento.

Apesar deste comportamento proteger investimentos de longo prazo, pode gerar um custo extra caso haja uma resistência exagerada em transferir o dinheiro entre esses usos.

Por exemplo. caso uma necessidade inesperada no curto prazo exija mais dinheiro do que o esperado, é melhor abrir uma exceção e retirar recursos de uma poupança, por exemplo, do que tomar empréstimos caros.

Outro caso é quando passamos a gastar menos com determinada despesa, mas nossa mente insiste para continuar a destinar a mesma porção de dinheiro a ela, sem refletir muito sobre o tema. Essa porção economizada poderia ser destinada para outo item, mais benéfico.

4) Não valorize bens de forma exagerada

O economista americano também chegou à conclusão de que as pessoas tendem a valorizar muito mais um bem quando são donos dele do que se fossem comprar aquele mesmo item.

Isso porque a venda de um bem gera um sentimento de perda, enquanto a compra de um item gera uma sensação de ganho. Mas o conceito de perda é muito mais negativo e intenso do que o de ganho. É o que explica o conceito de aversão a perdas e o que faz com que um proprietário de um imóvel fique anos para vender o bem porque não consegue avançar em negociações.

Neste caso, o jeito é tentar encarar a questão de forma racional: o bem, de fato, vale o que estou pedindo? Ou há um fator emocional envolvido? E, logicamente, pedir conselhos de terceiros, bem como coletar informações de mercado que mostrem por quanto um bem semelhante vem sendo vendido no mercado.

5) Não caia na cilada do curto prazo

Thaler mostra que a tendência de nossa mente é acreditar que as coisas se depreciam quanto maior o intervalo de tempo. O mesmo valor daqui um ano é percebido como menor, tanto faz se é renda ou despesa.

Por isso, conclui o economista, é muito fácil ceder a tentações de curto prazo, que geralmente são a principal razão para sabotarmos objetivos de médio e longo prazo.

Mas é necessário se esforçar para tentar quantificar os benefícios do futuro. Por exemplo, quem opta por investir mais em educação terá um salário mais baixo por mais tempo, mas, posteriormente, a tendência é que receba uma renda maior do que aqueles que não estudaram tanto. Mundo afora: “Meu filho quer fazer intercâmbio. E agora?” Veja com o Sistema Positivo de Ensino como agir Patrocinado 

Ou seja, é necessário visualizar que os potenciais benefícios no futuro fazem valer a pena o sacrifício no presente. O mesmo vale para um plano de previdência privado.

10 profissões técnicas em que é mais fácil encontrar emprego

10 profissões técnicas em que é mais fácil encontrar emprego

Pesquisa indica quais são as profissões técnicas de base industrial mais quentes e revela situação difícil para as áreas que exigem nível superior

São Paulo – Entre os profissionais com formação técnica de base tipicamente industrial, os que encontram mais vagas são aqueles que podem ser contratados por diversos segmentos.

É o caso dos técnicos de vendas especializadas, função mais demandada no 1º semestre deste ano, segundo pesquisa divulgada pelo SENAI, com base no Caged.

A pesquisa só leva em conta ocupações que tenham a base industrial, o que não impede que eles trabalhem em empresas de todos os setores, mas explica por que técnicos de enfermagem, por exemplo, estão de fora da contagem. Ao todo, são 98 ocupações de base industrial que exigem qualificação técnica.

Foram mais 2,5 mil novos postos de trabalho de saldo entre contratações e demissões no período e o fato de ser um profissional demandado do comércio à indústria, e também pela área de serviços, explica o destaque no mercado de trabalho. Confira a lista:

1º Técnicos de vendas especializadas

Saldo de empregos no 1º semestre: + 2.536
Áreas que mais contrataram: comércio por atacado; comércio varejista; serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços; comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas; educação; fabricação de produtos alimentícios.

2º Instaladores/ reparadores de linhas e equipamentos de telecomunicações

Saldo de empregos no 1º semestre: +1.347
Áreas que mais contratam: obras de infraestrutura; telecomunicações; comércio varejista, reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos; serviços especializados para construção.

3º Técnicos em operação e monitoração de computadores

Saldo de empregos no 1º semestre: + 879
Áreas que mais contrataram: Atividades dos serviços de tecnologia da informação; comércio varejista; serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços; educação; telecomunicações; atividades de prestação de serviços de informação; reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos.

4º Montadores de veículos automotores (linha de montagem)

Saldo de empregos no 1º semestre: +841
Áreas que mais contrataram: fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas; fabricação de outros equipamentos de transporte (exceto veículos automotores); fabricação de máquinas e equipamentos; fabricação de produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos)

5º Técnicos em programação

Saldo de empregos no 1º semestre: +828
Áreas que mais contrataram: atividades dos serviços de tecnologia da informação, comércio varejista; atividades de prestação de serviços de informação, serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços; educação; reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos.

6º Coloristas

Saldo de empregos no 1º semestre: +434
Áreas que mais contrataram: comércio varejista; fabricação de produtos têxteis; comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas; alimentação; comércio por atacado (exceto veículos automotores e motocicletas)

7º Instaladores e mantenedores de sistemas eletroeletrônicos de segurança

Saldo de empregos no 1º semestre: +428
Áreas que mais contrataram: comércio varejista; atividades de vigilância, segurança e investigação; serviços especializados para construção; serviços para edifícios e atividades paisagísticas; reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos.

8º Técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos

Saldo de empregos no 1º semestre: +384
Áreas que mais contrataram: comércio varejista; comércio por atacado (exceto veículos automotores e motocicletas); manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos; fabricação de máquinas e equipamentos; serviços especializados para construção; fabricação de produtos alimentícios.

9º Montadores de aparelhos de telecomunicações

Saldo de empregos no 1º semestre: + 324
Áreas que mais contrataram: obras de infraestrutura; telecomunicações; reparação e manutenção de equipamentos de informática e comunicação e de objetos pessoais e domésticos; comércio varejista, fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos.

Informática e Telecomunicações: área é uma das que mais contratam técnicos de base industrial (monkeybusinessimages//Thinkstock)

10º Técnicos de laboratório industrial

Saldo de empregos no 1º semestre: + 309
Áreas que mais contrataram: fabricação de produtos alimentícios; serviços de arquitetura e engenharia; obras de infraestrutura; fabricação de coque (tipo de carvão), de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis; atividades de atenção à saúde humana.

Na retomada, técnicos são mais procurados do que quem tem nível superior

No relatório sobre a pesquisa, a afirmação do diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, de que os cursos técnicos são o caminho mais rápido para o mercado de trabalho industrial é comprovada em números.

Para ocupações industriais, o saldo é negativo: mais pessoas demitidas do que admitidas. O levantamento indica que situação menos pior enfrentam profissionais de design industrial:

Profissão de nível superior Saldo de empregos no 1º semestre
Desenhistas industriais (designers), escultores, pintores e afins 314
Diretores de produção e operações de construção civil e obras públicas 15
Profissionais de metrologia 5
Especialistas em editoração
Profissionais da biotecnologia -3
Pesquisadores das ciências naturais e exatas -10
Químicos -44
Diretores de pesquisa e desenvolvimento -49
Diretores de manutenção -58
Diretores de produção e operações em empresa da indústria extratativa, transformação e de serviços de utilidade pública -64

Situação continua  difícil para profissionais da área de engenharia

Engenharia de alimentos: é a área “menos pior”, segundo a pesquisa (jordachelr/Thinkstock)

Entre os engenheiros, aqueles que trabalham na área de alimentos, mecatrônica- que são profissionais considerados polivalentes, segundo o SENAI – ou ambiental são os únicos que têm suas ocupações com saldo positivo. O número de novas vagas porém não é nada animador e indica que a retomada passa longe da engenharia.

Profissionais de engenharia Saldo de empregos no 1º semestre
Engenheiros de alimentos e afins 16
Engenheiros mecatrônicos 5
Engenheiros ambientais e afins 2
Engenheiros agrimensores e engenheiros cartógrafos -32
Engenheiros de computação -90
Engenheiros de minas -91
Engenheiros metalurgistas e de materiais -110
Engenheiros químicos -207
Engenheiros industriais, de produção e segurança -605
Engenheiros mecânicos -608
O desafio da não-procrastinação

O desafio da não-procrastinação

Não, você não pode ler esse artigo depois!

Esse é o mês em que você irá detonar a procrastinação.

E não, você não pode ler esse artigo depois!

Somos todos vítimas da procrastinação. Ela nos persegue diariamente, fazendo com que fujamos das tarefas que realmente queremos completar, fugir para a distração e o trabalho e e-mail e… tudo menos o que realmente importa.

A procrastinação tem nos controlado por muito tempo.

Esse é o mês em que faremos algo. É a hora de decidir ficar em vez de evitar, de se concentrar em vez de fugir.

Você está preparado para o Desafio da não-procrastinação? Sim, você está. Não, você não pode fazê-lo depois.

Eu estou lhe atribuindo esse desafio hoje, para o resto do mês.

Veja como ele funciona:

  1. Comprometa-se publicamente (nas redes sociais, para seus amigos, família e colegas, como quiser) a fazer isso todo dia pelo resto do mês.
  2. Todo dia, passe apenas 5 minutos fazendo uma sessão de não-procrastinação (ver próximo passo).
  3. Pegue uma tarefa importante para se concentrar, tire todas as distrações, coloque o cronômetro em 5 minutos e não faça nada além da tarefa.
  4. Você não pode mudar de tarefa durante a sessão. Você não pode olhar algo rapidamente. Você não pode se levantar para limpar algo. Você só pode sentar lá, com aquela tarefa, e concentrar na tarefa ou sentar sem fazer nada.
  5. Quando você se sentir vontade de mudar de tarefa, não mude. Apenas fique com o sentimento. Observe, deixe emergir, então deixe desaparecer. Retorne para a tarefa.
  6. Quando o cronômetro acabar, sucesso! Você pode continuar como quiser, ou fazer um intervalo e começar novamente, mas nenhum intervalo é necessário. Apenas 5 minutos por dia é o necessário para o sucesso.
  7. Sim, até mesmo sessões de 5 minutos nos fins de semana. Pegue um projeto pessoal para se concentrar durante esses dias, se você quiser.

É isso. Apenas se comprometa, pegue uma tarefa todo dia, coloque o cronômetro, e não faça nada além da tarefa ou sente e observe sua vontade de mudar. Bem simples, certo?

O que você notará é que você sente muita vontade de mudar. É normal. Essas sessões irão permitir que você veja a vontade, e encarar a vontade em vez de habitualmente fugir delas.

O que você também notará é que a vontade não é nada demais. Corremos dela com medo, mas não é tão assustador. Não é motivo para entrar em pânico. Nada de mais.

O que você pode achar é que você é capaz de fazer muita coisa se não se permitir fugir. O projeto irá mais além do que nunca. Você estará no topo do seu calendário de estudo ou trabalho. Você irá se livrar daqueles impostos e da temível papelada. O trabalho importante é feito, o que é incrível.

Eu tenho utilizado esse método para melhorar a concentração, e agora faço várias dessas sessões todos os dias. E o que é mais incrível é que agora eu posso lidar atentamente com as vontades de procrastinar com o exercício físico, leitura, fazer refeições saudáveis e mais.

Não, eu não estou curado da procrastinação… Eu não acredito que estaremos algum dia. Mas agora sei que cada vontade não é nada de mais, e que eu posso focar. Isso mudou muita coisa para mim. Você também pode fazer isso.