NOVA UNIDADE EM SÃO PAULO
Projetos e pesquisas feitos por quem sabe!
Os selecionadores ficam sempre atentos aos gestos que o candidato faz, pois a postura conta pontos na hora da contratação.
Ter autocontrole durante uma entrevista de emprego é um grande desafio. Ainda mais porque esta pode ser a sua única chance de provar para selecionadores e gestores que você é a pessoa ideal para conquistar a vaga. E nesta hora o que se diz pode ser menos importante do que a maneira como a mensagem é transmitida.
Pelo menos esta foi a conclusão do estudo que a empresa de recrutamento Robert Half realizou com base na percepção de 300 gestores seniores de empresas dos Estados Unidos. Para os entrevistados, 30% dos candidatos costumam expressar sinais corporais negativos na hora da entrevista.
Dentre os sinais citados, o que os empregadores mais reparam são, pela ordem, contato visual, expressões faciais, postura, aperto de mão, movimentos habituais e inquietantes e gestos com as mãos.
Para ajudar os profissionais e melhorarem a linguagem corporal em entrevistas de emprego, os especialistas da Robert Half reuniram cinco orientações:
1. Aperto de mão: ao cumprimentar o recrutador, procure dar um aperto de mão firme, mas sem machucar o interlocutor. Limite a duração em apenas alguns segundos.
2. Postura ao sentar: sutilmente, veja a postura e a linguagem corporal do entrevistador para ter uma referência sobre como se posicionar. Sente-se de forma alinhada e incline-se levemente para frente. A ideia é demonstrar engajamento e confiança.
3. Sorriso: um sorriso sutil e verdadeiro demonstra cordialidade e entusiasmo. Simule uma entrevista de brincadeira com um amigo para descobrir se você, sem perceber, não está com uma expressão corporal negativa.
4. Olhar: mantenha um contato visual regular durante a conversa, mas olhe para outros lugares às vezes. Encarar demais pode ser considerado um tanto agressivo.
5. Braços, mãos e pernas: mantenha seus braços descruzados e as mãos sobre a mesa para parecer mais aberto e receptivo. Use as mãos para se expressar, mas cuidado para que os gestos não roubem a atenção da conversa. Resista também à tentação de descontar seu nervosismo mexendo as pernas, os dedos ou a caneta.
Quem tem mais de 50 anos e está procurando emprego sabe que o mercado de trabalho, muitas vezes, pode ser cruel com os mais experientes.
“Há preconceito e, normalmente, essas pessoas já ficam descrentes e pensam que não vão encontrar oportunidades”, diz Jean Carlo Nogueira, diretor de RH da GOL Linhas Aéreas, que acaba de lançar uma campanha especial para atrair os profissionais mais velhos para a companhia.
Chamada de Experiência na Bagagem a iniciativa é parte do programa de inclusão da empresa – o GOL Para Todos – e surgiu depois que a liderança da empresa percebeu que seus profissionais mais experientes, na casa dos 50, 60 e 70 anos, tinham comprometimento, dedicação e engajamento muito acima da média.
“Essas são características muito importantes para a organização”, diz Nogueira. A ideia, então, foi a de incentivar profissionais com mais de 50 anos que estejam fora do mercado a cadastrar currículo e participar dos processos seletivos. O objetivo é, como diz o executivo, que haja mais “equilíbrio entre a jovialidade e a maturidade”, na companhia aérea.
Não há uma meta definida de atração, mas Nogueira garante que haverá muitas oportunidades, já que a empresa tem, ao todo, 15 mil funcionários. Segundo ele, a média de vagas com que a área de recursos humanos da GOL trabalha, ao todo, é entre 50 e 60 por mês
Os interessados já podem fazer o cadastro tanto pelo site da Gol quanto diretamente pelo Vagas.com. Nesse primeiro momento o programa tem foco em recrutar pessoas para a área de atendimento ao cliente. Atendimento de excelência: Veja na Hekima como Big Data ajuda a conhecer e a mapear o seu público Patrocinado
Empatia, boa capacidade de comunicação, flexibilidade, sensibilidade para identificar e lidar com diferentes tipos de público, gostar de se relacionar e servir pessoas, habilidade de solucionar problemas e trabalho em equipe são características do perfil procurado.
“Mas as vagas não estão limitadas ao atendimento”, diz o diretor de RH da GOL. Profissionais de todas as áreas podem se inscrever, de acordo com ele. Falar inglês é um diferencial importante, mas não é um requisito obrigatório, assim como formação superior. A exigência da empresa, segundo ele, é pelo diploma de Ensino Médio.
Dependendo da vaga, a jornada de trabalho pode ser flexível, segundo o executivo. “Temos vagas que são para trabalhar 4 horas, 6 horas, por exemplo”, diz.Nogueira também destaca que mais mil funcionários do call center da Gol trabalham de casa.
Os processos seletivos, em geral, contam com testes, seleção, dinâmica de grupo e entrevista com o RH e gestores.
Muitas pessoas sonham com caminhos profissionais que se concretizam e há outros que encontram novas oportunidades e também se dão bem. Na verdade, não importa qual o caminho foi escolhido para a sua jornada profissional. O importante mesmo é gostar do que faz. E aí, você gosta do seu trabalho?
Antigamente, as pessoas enxergavam um emprego apenas como meio de suprir as suas necessidades, mas a constante alta da humanização das relações trabalhistas fez com que a satisfação e o bem-estar no ambiente de trabalho tornassem-se um quesito importante. Várias pesquisas feitas ao redor de todo o mundo mostram que pessoas felizes produzem mais e com qualidade superior aos que “trabalham por trabalhar”.
Conhece aquele dito popular: “Faça aquilo que gosta e não terá de trabalhar um único dia na sua vida”? Cada vez mais esta máxima ganha força no mercado de trabalho. Um profissional que se satisfaz em seu trabalho se automotiva e encontra em si a necessidade de apresentar e querer cada vez mais resultados. O profissional feliz com seu trabalho não se importa com o começo de cada dia e faz com que o seu dia a dia profissional não se torne uma rotina.
O especialista em gestão de tempo e produtividade e CEO da Triad OS, Christian Barbosa, listou 9 atitudes que indicam se você está vivendo uma vida profissional que não queria. Confira na sequência e caso se identifique com muitas atitudes, talvez seja a hora de trocar de emprego.
Você está vivendo no automático, passam-se dias, meses e anos e você não conseguiu alcançar objetivos, nem mesmo chegou a planejá-los. Pensar no hoje é o necessário para você.
E aí, descobriu se você gosta ou não do seu trabalho?
É possível usar a internet para cursos brasileiros e estrangeiros sem pagar nada
SÃO PAULO – Qualificação profissional é uma arma poderosa em tempos de desemprego de 13,7%. Ir a uma instituição de ensino regularmente, porém, nem sempre é uma opção viável dentro da rotina de todos.
Nesse contexto, educação à distância é sempre uma solução prática para manter sempre os estudos e aumentar a gama de conhecimentos. Após pesquisar alguns dos maiores portais na área, a Fundação Estudar, de Jorge Paulo Lemann, separou 9 cursos online e gratuito capazes de alavancar a carreira atualmente:
Autoconhecimento Na Prática Online – Fundação Estudar
Focando em estudantes e profissionais interessados em autoconhecimento, a Fundação Estudar oferece um curso online que auxilia o participante a olhar para sua trajetória e extrair aprendizados com base nas suas escolhas. O Autoconhecimento Na Prática Online ajuda o usuário a entender melhor o que sua própria história diz, facilitando a tomada de decisão sobre carreira daqui para frente. O programa é ideal, por exemplo, para quem trabalha o dia todo e não tem tempo para refletir a respeito dos aprendizados do dia a dia. O investimento para o curso Autoconhecimento Na Prática Online é de R$199, mas será oferecido gratuitamente para todos que se inscreverem com o código ESTUDAR2017. Inscrições até 11 de junho.
Direcionado a profissionais, estudantes e interessados da área de Marketing que desejam conhecer os fundamentos básicos de Marketing Analítico e sua aplicação prática, o curso de Introdução ao Marketing Analítico é online, gratuito e tem como objetivo apresentar algumas técnicas de forma concisa e prática, de modo que o participante possa avaliar e recomendar decisões e ações em Marketing baseadas em análise de dados
Aprendendo a aprender – Coursera e Universidade da Califórnia
O curso desenvolvido pela Universidade da Califórnia, dá acesso fácil a técnicas de aprendizagem de valor inestimável, usadas por especialistas em Arte, Música, Literatura, Matemática, Ciência, Esportes e muitas outras disciplinas. É possível aprender sobre a forma como o cérebro usa dois modos de aprendizagem muito diferentes e como ele encapsula (em “pedaços”) informações. Outro tema do curso é sobre ilusões de aprendizagem, técnicas de memória, lidar com a procrastinação, e as melhores práticas apresentadas pela investigação a ser mais eficaz em o ajudar a dominar assuntos difíceis.
Criação de Startups: Como desenvolver negócios inovadores – Coursera e USP
Desenvolvido pela Universidade de São Paulo, esse curso ensina a desenvolver um negócio de base tecnológica contando com a experiência das maiores startups do Brasil, como 99, Ifood, Taqtile, kekanto, e muito mais. Neste curso é possível entender como validar uma ideia, interagir com o usuário, explorar o mercado, desenvolver uma operação, captar investimentos e escalar o negócio dentro do contexto brasileiro.
O curso de Recursos Humanos trata dos programas de treinamento e desenvolvimento de pessoal e tem como objetivo analisar esses programas, tratando de questões relativas à liderança e à avaliação de resultados. Quem ministra o curso é Sylvia Constant Vergara, doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Administração pela Fundação Getulio Vargas, administradora de empresas e pedagoga pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com estágio na Beckman High School – New York. Professora titular da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, da Fundação Getulio Vargas, é também pesquisadora, palestrante e consultora de organizações privadas e públicas.
Liderança, gestão de pessoas e do conhecimento para inovação – Veduca
Saber trabalhar com um time, dividir tarefas e trabalhar com pessoas com competências diferentes é uma vantagem competitiva na gestão de um projeto inovador. O objetivo desse curso é desenvolver a liderança a liderança, a fim de usar os conhecimentos e habilidades para alcançar suas metas em equipe.
A capacidade de inovar é a chave para o sucesso das empresas. Neste curso, serão discutidas abordagens para gerenciar e organizar processos de inovação. Serão definidos e diferenciados processos e conceitos para inovação incremental, inovação radical e gestão de incertezas.
O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor – Coursera e Unicamp
No curso desenvolvido pela Universidade de Campinas, os participantes terão a oportunidade de compreender quais são as habilidades e competências que o empreendedor deve criar e desenvolver para empreender um novo empreendimento. Empreendedores convidados participarão das aulas, contando e discutindo suas experiências empreendedoras, articuladas aos conceitos e práticas do curso.
Negociações de sucesso: estratégias e habilidades essenciais – Coursera e Universidade de Michigan
A negociação é a chave para o sucesso nos negócios. Nenhuma empresa consegue sobreviver sem contratos lucrativos. Dentro de uma empresa, as habilidades de negociação podem levar a avanços na carreira. Este curso fornece uma introdução prática e holística às estratégias e habilidades que podem levar a negociações de sucesso na vida pessoal e nas transações de negócios. O curso cobre os quatro principais estágios da negociação: (1) planejamento, (2) negociação, (3) criação do contrato e (4) execução do contrato.
O sucesso profissional já não é mais resultado apenas de habilidades técnicas. Cada vez mais as empresas levam em conta as chamadas “soft skills”, habilidades ligadas à inteligência emocional e à disposição psicológica para o trabalho, como um dos pré-requisitos para preencher uma vaga.
De acordo com Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel, esse motivo tem a ver com o cenário econômico mundial e o consequente aumento das exigências por produtividade. “Em equipes enxutas e com cobrança intensa por resultados, o profissional precisa se relacionar bem e ser capaz de se automotivar para o trabalho”, explica.
Dessa forma, testes de personalidade são um recurso cada vez mais usado em processos seletivos. “As empresas estão bastante preocupadas em descobrir se o candidato tem atitudes e valores compatíveis aos seus”, comenta.
Em qualquer área, o equilíbrio emocional é uma das habilidades comportamentais mais procuradas. “Os ambientes corporativos andam tensos e exigem do profissional muito jogo de cintura para estabelecer bons relacionamentos”, diz Haag.
Pela mesma razão, pessoas resilientes fazem brilhar os olhos dos empregadores. “São aqueles capazes de impedir que o seu desempenho oscile quando o ambiente não vai bem”, afirma ele.
Outra competência valorizada é a chamada “visão de dono”, ou seja, a postura de assumir o trabalho como se a empresa fosse sua. “Isso implica não renunciar a uma tarefa importante só porque ela não está na sua ‘job description’, por exemplo”, diz Daniela Ribeiro, gerente da Robert Half. Por fim, a capacidade de questionar e propor inovações para uma situação é outro comportamento valorizado pelo mercado.
O momento do feedback causa ansiedade tanto em quem dá a avaliação quanto em quem recebe. Por mais que o gestor conheça a equipe e se prepare para essa conversa tão importante, nem sempre será possível prever as reações dos funcionários.
Pensando nisso, qual seria a postura mais assertiva do gestor ao dar feedback para profissionais que choram, gritam ou que ficam na defensiva durante a conversa? Amy Jen Su, cofundadora e sócia-gerente da Paravis Partners, empresa de coaching e de desenvolvimento de liderança executiva, e também colunista da Harvard Business Review, escreveu sobre o assunto.
De acordo com a especialista, primeiramente é necessário que o gestor se prepare adequadamente, fazendo, inclusive, uma autoavaliação. “Como você reage quando outra pessoa tem uma reação emocional? Você abranda o feedback, tentando evitar um conflito, ou ficar frustrado?”, questiona Amy. Outra dica é não improvisar e lembrar o porquê do feedback. “Aproveite para dizer frases como: ‘Eu preciso compartilhar isso com você, porque eu quero que você seja bem-sucedido aqui’ ou ‘Eu quero que você continue crescendo’”.
Amy completa: “O objetivo é difundir a reação emocional de modo que o feedback seja produtivo. Assim, gestor e funcionário poderão avançar com ideias e ações que garantam o sucesso. Lembre-se: uma mensagem rígida não tem que vir acompanhada de um tom duro. Ela deve ser entregue com cuidado.”
É muito fácil o gestor ficar perturbado ou frustrado ao se deparar com as lágrimas de um profissional e com frases como “Eu nunca faço nada direito”. Nessas horas é preciso deixar claro que o gestor não está sendo mal e sim tentando ajudar, deixando as informações às claras.
Tenha uma caixa de lenços sempre à mão. É uma forma de mostrar que você entende a situação e dá a oportunidade para a pessoa se recompor. Dependendo da situação, você terá que interromper o feedback para a funcionário se acalmar e retomar a conversa mais tarde ou no dia seguinte.
Entretanto, se lágrimas vierem de um funcionário que normalmente não chora ou expressa emoções desta forma, pode ser um sinal de que algo está errado.
Quando nos deparamos com alguém que grita ou fica com raiva, é comum ambos se sentirem intimidados, de forma que o gestor recue ou se sinta irritado a ponto de atacar de volta. Uma reunião que não é produtiva ou profissional deve ser interrompida. Neste caso o gestor precisa explicar educadamente o motivo da interrupção.
Mesmo que o funcionário grite como forma de defender seu ponto de vista ou como sinônimo de paixão, o gestor pode deixar claro que aprecia a força de suas convicções e orientá-lo a mostrá-las sem gritaria. Se for necessário pede-se para ele se acalmar e a conversa é retomada em outro momento.
Em algum momento o gestor pode se deparar com alguém que tem uma razão ou explicação para tudo. Vai ouvir frases como: “Você entendeu errado”. “Eles fazem tudo errado”. “Você claramente não entende”, na tentativa de evitar um diálogo construtivo. Neste caso, as melhores frases para rebater esse comportamento são: “Eu vejo isso como sua responsabilidade. Vamos falar sobre os motivos pelos quais você não vê dessa maneira”. Ou “Quando você culpar alguém, você se torna a vítima, o que não é útil para você.”
Em alguns momentos o conteúdo do feedback causa uma dessas reações expostas acima. Entretanto, quando o comportamento é recorrente, é preciso que o gestor ataque prontamente a tendência reativa da pessoa. “Você pode dizer algo como: ‘Eu percebo que cada vez que você se senta para receber o feedback, fica chateado, com raiva ou na defensiva. Eu tenho as melhores intenções. O que posso fazer para ajudá-lo a receber feedback com mais abertura?’”, orienta Amy Jen. “Dessa forma, você quebra o ciclo vicioso de evitar conversas de feedback difíceis.”
E completa: “Reações emocionais podem nos colocar em lados opostos da mesa com a outra pessoa. A partir do momento em que o gestor se foca nas boas intenções, preparando-se com integridade, calma e eficiência, pode passar para o mesmo lado da mesa e ajudar a outra pessoa a crescer.”