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Geração Z chega ao mercado de trabalho

Geração Z chega ao mercado de trabalho

Os representantes mais velhos da Geração Z começam a chegar nas empresas, exigindo uma revisão nas práticas de gestão de pessoas.

Enquanto muitos executivos de recursos humanos ainda discutem formas de atrair e manter os jovens da chamada geração Y, os representantes mais velhos da geração seguinte, a Z, começam a ocupar as primeiras cadeiras no universo corporativo.

Dos 375 666 funcionários empregados nas 45 Melhores Empresas para Começar a Carreira, uma pesquisa realizada desde 2010 em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA), 14% têm até 24 anos de idade. Considerando um estudo mais amplo e antigo — o das 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar (outro projeto de VOCÊ S/A com a FIA, que acontece há mais de duas décadas) —, 15% dos profissionais que atuam nessas companhias têm menos de um quarto de vida.

“Em 2020, a geração Z representará mais de 20% do mercado de trabalho e há executivos que ainda não pensaram nisso”, diz Bruce Tulgan, consultor de liderança e autor do livro O Que Todo Jovem Talento Precisa Aprender (Editora Sextante).

Ele cita algumas características da criação desses jovens que refletem em seu comportamento no serviço. Por exemplo, seus pais são conhecidos como “helicópteros”, aqueles que estão sempre de olho no filho e correm a seu resgate no primeiro sinal de problema. “É por isso que os Zs têm dificuldade no mundo corporativo. Eles foram acostumados a ser tratados como clientes, usuários de serviços e produtos entregues pelas autoridades e instituições — inclusive a escola. Eles não respeitam a figura autoritária, a não ser que sejam conquistados por ela”, afirma.

Com a popularização da internet e dos smartphones, os mais novos cresceram conectados, com acesso a tudo. A hierarquia — conceito baseado na antiga ideia de que quem tinha conhecimento tinha poder — deixou de fazer sentido para eles.

São o que Ademar Bueno, professor de economia sustentável na Escola de Economia de São Paulo e coordenador do Laboratório de Inovação Social da Fundação Getulio Vargas, chama de “tem-tem”. “Estou falando de jovens das classes A e B, sem limite de conexão, que foram premiados por tudo, têm todos os bens materiais, não sabem lidar com a perda — em muitos casos, nem com a morte, já que seus avós e até bisavós ainda estão vivos — e não aprenderam a ouvir não.”

Essa geração, segundo uma consultoria, chega à idade ativa com energia, entusiasmo e muita preparação técnica. Seus representantes são os verdadeiros “nativos digitais”, uma vez que quem completou 19 anos antes do último mês de setembro nasceu num mundo em que já existia o Google. A entrada desse grupo nas corporações deve influenciar — ou acelerar — mudanças nas práticas de gestão de pessoas.

Foi o que já aconteceu na Ikê Assistência, que vende de reboque de automóveis a assistência a vítimas de crimes. Com 34% dos 261 empregados sendo da geração Z, a área de recursos humanos, no ano passado, começou a organizar comitês multidisciplinares para debater processos, soluções de problemas e novas ideias — a fim de atender à vontade desse público de participar das decisões.

Os convidados entram na sala sem crachá, depois de um sorteio. “Queremos criar um ambiente colaborativo, democrático e aberto, onde não haja hierarquia e as ideias sejam bem-vindas”, diz Eliane Soares, diretora de RH. O código de vestimenta foi abolido porque “não fazia mais sentido”, o treinamento passou para plataformas digitais e a comunicação migrou para o celular. “As mudanças foram feitas por causa dos jovens, mas todos se beneficiam delas”, afirma Eliane. Como resultado, a rotatividade da empresa caiu de 12% para 4%.

Eles querem aprender

A pesquisa do Guia As Melhores Empresas para Começar a Carreira, destinada a profissionais de até 26 anos, indica que a principal razão para eles trabalharem numa organização é perceber que estão aprendendo e que têm oportunidade de se desenvolver (29%); seguida do fato de se sentirem satisfeitos e motivados com o serviço que realizam (20%). Ademar Bueno, da FGV, explica que o maior desejo do jovem é se desenvolver, mas ele não sabe a melhor forma de fazer isso. A empresa paranaense DB1 Global Software encontrou um caminho.

Para incentivar o aprendizado técnico dos funcionários, ela “gamificou” os cursos. Lançou, em maio, o jogo Mestre dos Códigos, que traz uma série de atividades práticas em desenvolvimento de software para testar o nível de conhecimento dos profissionais em diversas linguagens de programação.

Cada linguagem é representada por um território, que, para ser conquistado, exige o cumprimento de 15 tarefas. Ao vencer cada batalha, o empregado ganha uma recompensa; a primeira, por exemplo, dá direito a um cordão para crachá com o tema do jogo. A partir daí, a cada cinco atividades completadas, ele conquista um novo nível e recebe as insígnias de escudeiro, cavaleiro ou mestre. “O jogo está vinculado ao plano de desenvolvimento individual dos funcionários e permite ao gestor acompanhar a evolução de cada membro da equipe”, diz Natália Kawatoko, gerente de RH da DB1.

Com 71% da liderança sendo da geração Y e já tendo 25% de jovens da Z, Natália nota as diferenças. “A geração Y é mais ansiosa e impaciente”, diz Natália. Já a Z é técnica e tem dificuldade de comunicação. “E, até o momento, nenhum Z demonstrou interesse em ocupar cargos de gestão.”

Desvio de comportamento

A principal falha na formação desses jovens, segundo o professor da FGV, é comportamental. “Como estão acostumados a receber recompensas, eles se frustram muito rápido”, diz Bueno.

Reforça esse comportamento a “infantilização do ambiente e das relações de trabalho” causada pelas empresas na ânsia de atrair esses profissionais. “Algumas organizações adotam um ambiente que reflete o da casa dos pais, com sofás para soneca, videogame e geladeira cheia de doces”, diz Gilson Magalhães, presidente da desenvolvedora de software Red Hat no Brasil. “O problema é que, em vez de desenvolver nesse funcionário a noção de profissionalismo, a companhia quer conquistá-lo pelo mimo, como os pais que se sentiam culpados por trabalhar muito e enchiam as crianças de coisas.”

Lá, a palavra de ordem é justamente liberdade — e o desafio é deixar livre e garantir a excelência no serviço. “Você precisa dar autonomia e responsabilidade na mesma medida”, diz Magalhães. Na Red Hat, desde políticas de flexibilização do trabalho, migração do treinamento para plataforma online, abolição do código de vestimenta, diversidade, autonomia para realizar as tarefas, gestão participativa, tudo está relacionado ao livre-arbítrio para o funcionário ser quem realmente é e trabalhar da forma que quiser — de preferência, comprometido com a organização.

5 motivações que não devem reger sua vida

5 motivações que não devem reger sua vida

Independentemente de nossa motivação ser mais ou menos nobre é fundamental descobrirmos o que nos motiva para que nossa jornada pela vida seja mais leve

 

Existem centenas de circunstâncias, valores e emoções que podem dirigir sua vida, eles são o seu combustível, o que faz você se levantar todas as manhãs e realizar as tarefas impostas ou não, descansar e no outro dia começar tudo novamente. Neste exato momento, quem lhe dirige pode ser a crise econômica do país, problemas de saúde, sustento de sua família ou um prazo limitado para a entrega de algum projeto. A dor de uma lembrança, um temor persistente de que algo ruim aconteça ou uma crença inconsciente podem nos dirigir.

Independentemente de nossa motivação ser mais ou menos nobre é fundamental descobrirmos o que nos motiva para que nossa jornada pela vida seja mais leve.

Onde está seu coração?

O que dirige a sua vida?

O escritor Rick Warren aponta os 5 principais motivações que não devem reger nossa vida:

1. CULPA

Algumas pessoas passam a vida inteira fugindo do remorso e ocultando sua vergonha. São dirigidas pela culpa são manipuladas por suas lembranças. Elas permitem que seu passado controle seu futuro. Os sentimentos ficam tão desajustados que acabam se auto sabotando, quando algo bom lhe acontece, acham que não merece e deixam as boas oportunidades passarem.

Acredite: Você pode ter um novo começo, enquanto estamos vivos podemos sempre recomeçar. Somos produto de nosso passado, mas não temos de ser prisioneiros dele.

2. RAIVA OU RANCOR

Muitos se apegam a mágoas, sem jamais superá-las. Em vez de aliviarem sua dor através do perdão, revivem-na de contínuo em sua mente. Algumas pessoas dirigidas pelo rancor “se fecham” e interiorizam sua raiva, enquanto outras “explodem” sobre os outros. Ambas as reações são perniciosas e não trazem nenhum benefício. O rancor sempre machuca mais a você que a pessoa que trouxe tal indignação. Enquanto aquele que o ofendeu provavelmente esqueceu o insulto e seguiu com sua vida, você continua angustiado em sua dor, perpetuando o passado.

Lembre-se: Os que o magoaram no passado não podem continuar a magoá-lo, a menos que você se agarre à dor através do rancor. O que passou, passou! Nada poderá mudar o passado. Não volte a se ferir com a sua amargura. Para seu próprio bem, aprenda com o passado e então afaste-se dele.

3. MEDO

Seus temores são provavelmente o resultado de experiências traumáticas e de expectativas ilusórias, não podemos justificar o nosso medo, mesmo se surgiu ainda na infância ou frutos de acontecimentos recorrentes que nos tornaram desconfiados e amedrontados nos deixando sempre em estado de alerta. Independentemente do que tenha causado tal situação, pessoas dirigidas pelo medo, com frequência perdem grandes oportunidades por terem medo de correr riscos. Em vez disso, elas se comportam de maneira cautelosa, evitando riscos e tentando manter o controle e a distância confortável das situações.

Analise: Se o medo é racional e pode ser combatido com algumas precauções e precisa enfrentá-lo OU se é irracional e não poderá lhe causar danos reais para assim recorrer ao tratamento necessário e saia desse cárcere.

4. MATERIALISMO

Seu desejo de adquirir coisas se torna o único objetivo na vida. O impulso de sempre querer mais baseia-se no conceito errôneo de que ter mais me tornará mais feliz, mais importante e mais protegido. Mas os três pensamentos são falsos. Dinheiro e bens materiais trazem felicidade temporária. Uma vez que as coisas não se modificam, acabamos nos entediando e então passamos a desejar modelos mais novos, maiores e melhores. Embora a sociedade nos diga o contrário é mentira a concepção de que, quanto mais possuir, mais importante serei. Autoestima e patrimônio não são a mesma coisa. Seu valor não é determinado pelas suas posses, e Deus ou VOCÊ mesmo em seu íntimo sabe, que as coisas mais valiosas da vida NÃO são os bens! O mito mais frequente a respeito do dinheiro é o que diz que, quanto mais dinheiro se tem, mais protegido se está. Isso não é verdade.

Aprenda: Riquezas podem ser perdidas em um piscar de olhos, em virtude de uma enorme quantidade de fatores incontroláveis. A verdadeira proteção só pode ser achada naquilo que nunca poderão tomar de você, o resto é passageiro.

5. NECESSIDADE DE APROVAÇÃO

Eles permitem que as expectativas dos pais, esposas, filhos, professores ou amigos controlem sua vida. Muitos adultos ainda tentam ganhar a aprovação de pais que nunca estão satisfeitos. Outros são dirigidos pela pressão social, sempre preocupados com o que os outros poderiam pensar. Infelizmente, os que seguem a multidão acabam normalmente perdidos nela.

“Não conheço todas as chaves do sucesso, mas uma chave para o fracasso é tentar agradar a todos.” – Rick Warren    

Observe: Você pode ser um grande cientista ou empreendedor, tenha as virtudes que tiver, você nunca vai agradar todo mundo. Alguém sempre irá lhe criticar e reprovar, e isso acontecerá a todo ser humano neste planeta.

Existem outras influências que podem dirigir sua vida, mas todas levam ao mesmo impasse: potencial não-aproveitado, estresse desnecessário e uma vida não-realizada. Nada é mais importante do que descobrir os propósitos para sua vida, e nada pode compensar o prejuízo de não conhecê-los: nem o sucesso, nem as riquezas, nem a fama, nem os prazeres. Sem um propósito, a vida é um movimento sem sentido, uma atividade sem direção e acontecimentos sem motivo. Sem um propósito, a vida é trivial, mesquinha e inútil.

Laselva RH promove treinamento em uma das maiores clínicas de Goiânia

Acontece, hoje em uma das maiores clínicas de GO, Treinamento de Relacionamento interpessoal e liderança pela Laselva RH.

 

 

Os 6 ingredientes de uma pessoa carismática

Os 6 ingredientes de uma pessoa carismática

De imagem e poder, a persuasão e habilidade de conversa, saiba como aumentar o seu dom de se relacionar

Algumas pessoas têm carisma natural. Elas chegam aos lugares e as pessoas as parecebem de cara. Elas conseguem inspirar e passar confiança à equipe, parceiros e chefes. As pessoas as escutam.

A escritora de negócios Gwen Moren publicou recentemente um artigo na Fast Company sobre isso. “Todos têm uma definição diferente do que é carisma, mas pode ser interpretado tanto como a qualidade que fazem as pessoas fazerem o que você quer que elas façam, assim como pode ser o que faz as pessoas se perguntarem quem é a pessoa entrando na sala”, diz Gwen.

Mas carisma não é um dom secreto que nasce com você. Gwen, então, criou seis áreas chaves para serem trabalhadas e, assim, ajudar no seu magnetismo pessoal.

1 – Poder

Poder não está ligado ao cargo profissional. Poder é, na verdade, uma combinação de confiança, linguagem corporal, expressões faciais e voz.

“Isso é como as pessoas te percebem. Pessoas carismáticas nem sempre são aquelas com vozes doces e risadas boas. Elas possuem foco e são confortáveis consigo mesmas. Sabem como se portar em todas as situações e como usar suas vozes, seja para confortar, seja para liderar”, diz Gwen. “Uma dica para isso, é sempre ficar focado no que está fazendo agora durante uma conversa. Ao pensar no que vem depois, você pode se distrair e fazer linguagens corporais ou expressões que demonstrem isso”, completa.

2 – Persuasão

“Pessoas com magnetismo pessoal são capazes de atrair outros para sua maneira de pensar, e isso é extremamente importante para possuir carisma, pois nenhuma ideia, não importa o quão brilhante, chega a algum lugar caso não seja tomada por pessoas diferentes. É necessário ter entusiasmo sobre o que você está fazendo ou falando, demonstrando-se digno de confiança e bem informado sobre o assunto”, explica Gwen.

3 – Imagem

Segundo Gwen, “são necessários apenas algumas frações de segundo para pessoas formarem opinião sobre você, e, a partir do momento que ela é formada, é difícil mudar”. Um recente estudo da Universidade de Glasgow e da Universidade de Princeton descobriu que as pessoas percebem você em menos de um segundo.

“Então, preste atenção em como você se apresenta. Não é necessário andar de terno e gravata a todo instante, mas tenha certeza que como você está vestido e como você se porta reflete quem você é, o ambiente em que você está e aonde você quer chegar”, diz a escritora.

4 – Habilidades interpessoais

“Pessoas carismáticas são boas em ouvir e se comunicar com os outros, e isso vai bem além de só falar. É necessário entender e respeitar o espaço e o tempo dos outros. Eles não falam além do necessário com quem não gosta de ouvir muito e eles não se atrasam com quem não tolera atrasos. Ou seja, saber interagir sem deixar as pessoas desconfortáveis”, diz Gwen. “Conforto é a palavra chave para esse ponto. As pessoas irão procurar isso em seu olhar quando te encararem e querem ouvir isso no tom da sua voz”, completa.

5 – Adaptabilidade

A habilidade de tratar os outros da forma que eles querem ser tratados, não importa como você se sinta sobre isso, é adaptabilidade. Isto é, abraçar diversidade e todas as suas formas, entendendo que cada indivíduo é diferente. Quando o cenário muda, pessoas carismáticas fazem um esforço para entender e ajustar sua forma de se relacionar.

6 – Visão

“Pessoas carismáticas tem um plano ou mensagem sobre o que as entusiasma, e elas são capazes de passar essa visão e paixão para outros. Quais suas ideias? O que te anima? Para ser mais carismático, trabalhe em projetar esta crença e esse compromisso (e como vai beneficiar seu público) em como você fala e se relaciona com os outros”, explica Gwen.

Não importa o objetivo, mas seguindo todas essas dicas, será possível influenciar as pessoas a mudar de ideias e tomar ações baseadas em tudo o que você acredita.

CONHEÇA 20 PROFISSÕES QUE DEVEM MUDAR O MERCADO NO FUTURO

CONHEÇA 20 PROFISSÕES QUE DEVEM MUDAR O MERCADO NO FUTURO

A tecnologia vai impactar não só a sociedade quanto o mercado de trabalho. Conheça algumas profissões que são a aposta dos especialistas

A tecnologia deve mudar ainda mais o modo da sociedade viver. Com esse novo cenário, como serão as profissões do futuro?

A NOVAREJO levanou com os principais especialistas em Recursos Humanos uma lista das principais profissões para os próximos anos e para daqui 10 anos. Na lista há profissionais que vão impactar o varejo de várias formas, seja dando agilidade para as vendas ou mudando-as totalmente.

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Confira a seguir quais serão os profissionais do futuro:

PROFISSÕES EM ALTA

Engenheiro de vendas técnicas

Geralmente formados em engenharia, esses profissionais são responsáveis por potencializar as receitas das empresas por meio de vendas consultivas. Eles vêm sendo valorizados principalmente pela necessidade do mercado por profissionais que entendam não só do produto/serviço, como dominem o processo produtivo para entregar uma solução customizada ao cliente.

Gerente de Supply Chain

Diante da importância de fazer com que uma mercadoria chegue às mãos do cliente com mais agilidade, esse profissional está em alta. Ele é responsável pela cadeia de abastecimento e distribuição das empresas, incluindo compras, logística e planejamento de demanda

Analista de BI

Com a evolução do mundo digital, as empresas coletam cada vez mais dados. E é justamente esse profissional o responsável por interpretá-los, transformando-os em ações para a empresa. Geralmente, os analistas de BI são formados em tecnologia, engenharia, física ou estatística

Desenvolvedor Mobile

As empresas continuam investindo na criação e melhoria de seus aplicativos, mas existem poucos profissionais no mercado com a experiência prática necessária, o qu justifica a alta procura por desenvolveres para dispositivos móveis.

Desenvolvedor UX

Geralmente formados em tecnologia da informação, são responsáveis pelo desenvolvimento da interface com o usuário, uma tarefa que é altamente valorizada pelas empresas pelo potencial que ela tem de melhorar resultados de vendas e aumentar a retenção de clientes

Analista de Compliance

Com o aumento das regulamentações e normativas estabelecidas por órgãos reguladores, esses profissionais, geralmente formados em economia, administração e engenharia são responsáveis por validar as operações da companhia e garantir que estejam sendo realizadas de acordo leis e regulamentos externos e internos.

APOSTAS DO AMANHÃ

Desenvolvedor de genoma/Arquiteto e designer de bebês

Estima-se que nos próximos 15 anos a população mundial vá atingir o seu limite. A quantidade de nascimentos deve permanecer em crescimento e o aumento da longevidade humana fará com que a ciência interfira ainda mais no processo de criação de novos seres. É neste cenário que devem surgir desenvolvedores de genoma ou arquitetos e designers de bebês. “A tecnologia na análise de genomas está avançando muito e chegará ao ponto de influenciar a criação de super-humanos, que poderão causar até repulsa da sociedade”, diz Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page. Portanto, esse profissional terá que saber lidar tanto com a técnica quanto com a questão de ética”.

Hacker genético

Com o genoma totalmente mapeado, a tendência é que hackers genéticos ajudem a resolver pequenos problemas no “código” dos seres humanos. “Embora a palavra hacker possa remeter a alguém que faz uma coisa ilegal, esse profissional vai trabalhar em centros de saúde para entender a complexidade de doenças e usar a genética para curá-las”, diz Basaglia

Accounting Controller

A demanda crescente das organizações por transparência e acuracidade das informações faz com que as companhias busquem cada vez mais profissionais de finanças com uma visão mais voltada a controle de custos, recuperação tributária e impairment de ativos. “Formado em Ciências Contábeis, esse profissional o responsável pela condução de todas as rotinas das áreas contábil (fechamento, conciliações, assinatura de balanço e elaboração das demonstrações financeiras), de impostos (diretos e indiretos) e de controladoria gerencial (análise de balanço e de KPIs e reporte)”, diz Felipe Brunieri, head da divisão de finanças e tributário da Talenses.

Polícia virtual

Com o aumento da população e do uso de novas tecnologias, algumas profissões devem surgir para garantir a ordem e a segurança dos cidadãos. A polícia virtual, por exemplo, seria uma forma de resolver problemas digitais que hoje são pouco explorados. “Precisamos imaginar um mundo em que todas as relações serão virtuais. Esse policial será alguém com conhecimento em tecnologia e em legislação. Ele será o responsável por fazer investigações de grandes crimes virtuais no mundo para o governo”, diz Basaglia.

Consultor de proteção de privacidade

Muitas informações serão compartilhadas em tempo real entre pessoas e máquinas. Para garantir que dados pessoais não sejam usados de forma indevida, entrarão em ação os consultores de proteção de privacidade. “Este novo profissional será responsável por garantir que as pessoas tenham o nível de privacidade que optarem por ter. A princípio serão profissionais autônomos, mas surgirão também empresas especializadas nesse tipo de consultoria”, diz Basaglia

Gerente de Compliance e Riscos

O Brasil está vivendo um período de incertezas políticas e econômicas, com expectativa de retração do PIB e aumento do desemprego. Nesse contexto, a área de compliance desempenhará um papel cada vez mais importante dentro das empresas. Formado em Administração, Economia, Ciências Contábeis ou Tecnologia da Informação, esse profissional será responsável por diagnosticar riscos e encontrar mecanismos para monitorá-los e mitigá-los “A Lei no 12.846/2013, que responsabiliza as empresas pela prática de atos contra o poder público também potencializa os investimentos das companhias nesta área”, diz Brunieri.

Hológrafo

A representação de pessoas em hologramas será cada vez mais comum. Essa tecnologia estará presente em espaços como shows e salas de reunião. Para que essa mágica aconteça é preciso de um profissional especializado não só em transmissão, mas em criação de pessoas virtuais. “Empresas de todos os tipos terão este funcionário, que atuará como um mix do que entendemos hoje por técnico em informática e designer”, diz Basaglia.

Executivo de Big Data & Analytics

A importância estratégica dessa área para a tomada de decisões das empresas justifica a grande procura delas pelos profissionais chamados de data scientist (cientistas de dados). Subordinado ao executivo de big data e analytics, esse profissional será responsável por analisar todos os tipos de dados (estruturados e não estruturados) com o objetivo de ajudar a empresa em suas estratégias e tomadas de decisão. “É importante que esse profissional tenha experiência e background técnico, como banco de dados, business intelligence, big data, analytics e tudo o que abrange o universo da análise de dados digitais”, diz Leandro Bittioli, gerente da divisão de TI da Talenses.

Consultor de longevidade

O Brasil começa a ver sua população idosa triplicar. Em 2010, os maiores de 60 anos eram 19,6 milhões. Em 2050, segundo estimativas do IBGE, somarão 66,5 milhões. Diante desse cenário, empregos que atendam necessidades específicas de envelhecimento como monitores de saúde, bem-estar e mobilidade estarão em alta. Caberá ao consultor de longevidade atender pessoas desde os primeiros anos para ajudá-las a planejar uma vida muito mais longa e complexa. “O ser humano que vai viver mais de 120 anos já nasceu. Portanto, viver mais de 100 anos será muito comum em breve. Essas pessoas terão, pelo menos, três carreiras ao longo da vida”, diz Basaglia.

Especialistas em simplicidade

Com a vida cada vez mais complexa e cheia de informações, os seres humanos vão precisar de pessoas especializadas em explicar o que é e como voltar a ter uma vida simples. Os especialistas em simplicidade devem trabalhar tanto como consultores pessoais como para governos e empresas. “As pessoas vão precisar de alguém que as ajude a entender o que é essencial em uma vida cheia de informações e dados. Essa será uma das profissões mais buscadas pelas pessoas e empresas”, diz Basaglia

Manipulador de resíduos

Com o aumento da população e, consequentemente, do volume de resíduos gerados, esse profissional atuará como um estrategista, ajudando as empresas a manipular a produção de lixo. “Em uma população que tende a continuar crescendo, saber lidar com esses resíduos será uma peça fundamental não só para a sobrevivência do planeta, como das próprias empresas”, diz Basaglia. “Não podemos nos esquecer de que o ser humano consciente definirá seu consumo a partir da forma com que as empresas lidam as questões de sustentabilidade” .

Growth Hacker

Com o aumento do número de startups e nativas digitais no Brasil, esses profissionais, que já são populares no Vale do Silício, devem chegar ao País em breve. A missão deles? Ajudar essas empresas a crescer por meio da inovação. O growth hacker pode ser formado em Administração, Marketing, Publicidade e Propaganda ou até mesmo Engenharia com especialização em negócios e marketing. “O principal é que ele seja um indivíduo ‘inconformado’ com as práticas atuais e que busque sempre inovação, entendendo também como aplicá-las dentro de um negócio”, diz Felippe Virardi, head da divisão de Marketing da Talenses.

Especialistas em sistemas de inteligência

Todas as máquinas estarão ligadas em sistemas de inteligência artificial. Para que não aja pane em sistemas de governos e empresas privadas, o profissional especializado nessa tecnologia será uma peça fundamental. “Esse funcionário atuará desde a criação de um produto à calibração dos sistemas já existentes dentro de uma companhia. Como as pessoas terão cada vez menos disposição para aceitar a falha de robôs, este funcionário será indispensável”, diz Basaglia.

Programadores de entretenimento pessoal

A tecnologia está estritamente ligada à indústria do entretenimento. Assim, videogame, música, cinema e outros setores da indústria já adotam novas tecnologias para melhorar a experiência do usuário. Com o avanço delas, um novo profissional deve surgir. “O entretenimento será muito mais customizado a partir das preferências de cada usuário. Situações como esquiar na neve, saltar de paraquedas e andar de balão serão totalmente reproduzidas por esses profissionais”, afirma Basaglia.

Fontes: Robert Half, Talenses, Michael Page e “The shape of jobs to come” (Fast Future)

Reforma trabalhista - as principais mudanças para o trabalhador

Reforma trabalhista – as principais mudanças para o trabalhador

Al Lei n. 13.467/2017, que trata da Reforma Trabalhista, entra em vigor hoje (11/11). Confira algumas das principais mudanças para você, trabalhador:

Fonte: CNJ

Reforma trabalhista - as principais mudanças para o trabalhador

20 habilidades imprescindíveis a qualquer profissional

20 habilidades imprescindíveis a qualquer profissional

Conheça as 20 habilidades profissionais mais procuradas pelas grandes empresas atualmente

Todos querem trabalhar numa excelente corporação. Todos querem estar nas “Melhores Empresas Para Se Trabalhar”. O que nem todos captam, é que quem faz esta ou aquela empresa ser uma organização bem quista por todos, são as pessoas. São os funcionários, os capitais humanos que faz com que uma empresa cresça e se multiplique em seu nicho mercadológico. Logo, o que faz uma empresa ser melhor para se trabalhar é a própria pessoa que nela atua.

Várias pessoas têm conversado comigo, seja após minhas palestras, seja quando me contratam para ministrá-las, e me perguntam quais habilidades esses profissionais devem ter para fazer de qualquer organização, uma empresa melhor. Como estou sempre observando o ambiente onde me encontro, para identificar tendências e analisar como é o comportamento das pessoas, pude perceber quais são as necessidades das organizações, e quais são os profissionais que estão um passo a frente dos demais.

Procurei sintetizar o que observei para poder compartilhar com você um pouco dessas habilidades, que, creio, são imprescindíveis. Noto que essas habilidades fazem parte das pessoas que possuem um perfil empreendedor. Nas minhas palestras, costumo dizer que, se eu fizesse parte dos Recursos Humanos de uma empresa, somente contrataria uma pessoa que tivesse brilho nos olhos, uma “cara de orgasmo”, ou seja, que fosse cheia de vitalidade, de energia, que não vê a hora de arregaçar as mangas e começar a fazer aquilo que ela tem de melhor, porque ela tem consciência do que pode agregar e o que pode fazer de diferente em seu ambiente profissional.

Além desse brilho único no olhar e da consciência da relevância que ela tem no que faz, eu destaco ainda outras habilidades:

1) Integridade e coerência. Revela a capacidade que o profissional tem de se relacionar. Faz com que as outras pessoas se comprometam e cooperem com ele. Para isso é preciso confiança dentro de uma organização, bem como potencializar alguns pontos do profissional: analisar as situações em que houve um descomprometimento com alguma tarefa; informar aos outros quando não irá poder cumprir com uma tarefa, para não perder sua credibilidade; aplicar os feedbacks em suas ações; reconhecer seus erros perante os demais; fazer um planejamento, como um fluxograma, dos compromissos adquiridos que devem ser cumpridos.

2) Flexibilidade. É a atitude para lidar com os imprevistos e contornar os momentos de crise. Para isso, tem que se “treinar” a improvisação. Mas como? Há alguns pontos que ajudam esse treinamento: reduzir o tempo que se emprega planejando uma tarefa; sempre que puder troque um trabalho que exige minuciosidade e morosidade por ações; trabalhe com equipes que contenham uma diversidade de pessoas, que vai te ajudar a aceitar que não existem verdades absolutas; crie o costume de pedir a opinião para toda sua equipe, e observe os vários pontos-de-vista para resolver um determinado problema; marque num papel os motivos que o levaram a determinar certa decisão, e se você os mantém ou não quando a situação muda de rumo.

3) Autoconfiança e autoconhecimento. Essas habilidades são importantes para você assumir riscos e ter segurança, são ótimas para o espírito empresarial, visando ser um líder e empreendedor. Para isso saia da sua zona de conforto e comece a ter uma visão mais ampla de até onde você pode chegar; marque num papel seus objetivos, circule os que já alcançou e sempre determine novos; fuja das pessoas muito protetoras e de superiores que não delegam tarefas, limitando sua capacidade; para melhorar seu autoconhecimento tente enxergar como as pessoas ao seu redor o vêem, ou procure um especialista no assunto, como um terapeuta, para melhorar suas capacidades pessoais.

4) Intuição. Deixar guiar-se pela sua intuição pode ajudar a livrar-se de um problema rapidamente, quando há escassez de tempo, e ajuda a melhorar sua capacidade de criação. Para isso é preciso aprender a pensar intuitivamente, como um “efeito helicóptero”, que significa ver as coisas de cima com uma certa distância; tente resolver um problema que pode até ser óbvio para os outros, e encontre mais de uma solução; quando tiver que explicar situações complexas, crie o hábito de simplificar as informações, identificando o ponto-chave para aqueles que concordam com a sua argumentação.

5) Capacidade crítica. Habilidade para analisar criticamente toda tarefa que lhe é delegada. Como se todo projeto ou trabalho seja feito com todos os prós e contras. Segundo os especialistas essa é uma das habilidades mais difíceis de se desenvolver, porém há algumas maneiras de exercitá-la: tente utilizar o lado mais racional do cérebro, evitando tomar decisões baseadas nas emoções; melhore sua capacidade de enxergar a realidade, analisando separadamente cada uma das partes que condicionam a solução de um problema, e peça a ajuda de outras pessoas para descobrir novos fatores que você não havia percebido; crie o hábito de marcar num papel qual o motivo lógico (racional) que o levou a chegar a determinada conclusão; discipline sua mente para criar todas as argumentações possíveis para defender suas idéias, sem se esquecer os detalhes como datas e investimentos.

6) Iniciativa. Serve para tornar as idéias boas em prática. É agir com velocidade e inovação. Para potencializar essa habilidade: ofereça ajuda para resolver situações difíceis e imprevisíveis; se tem tendência a evitar os riscos, passe a considerar os erros cometidos no passado como novas oportunidades para aprender; desenvolva atividades que estão coligadas à iniciativa como delegar tarefas, análise de custo-benefício; clarifique suas prioridades para colocá-las em prática.

7) Compreensão. Refere-se a compreensão e domínio da cultura da organização, otimizando o relacionamento de todos aqueles que trabalham, para ter um bom relacionamento com colegas, clientes e fornecedores. Para isso analise sua organização internamente, averigüe seu funcionamento e saiba dos obstáculos que possa vir a enfrentar; quando te anunciam um caminho, tente descobrir como as outras pessoas da organização reagirão em relação a esta nova meta.

8) Competitividade. Ter metas claras, não deter-se em chegar ao objetivo comum. Preocupar-se em realizar um excelente trabalho, ir além dos objetivos determinados por seus superiores, ter tendência a inovar e desfrutar coisas que antes não conseguia. Todos esses fatores referem-se a uma competitividade sadia, um passo para o sucesso. Esta habilidade está intimamente ligada às suas emoções e motivações pessoais. Questionar sobre seus objetivos e metas; sobre aquilo que realmente gosta de fazer e evitar rotinas de trabalho, sempre inovando, é um modo de potencializar essa habilidade.

9) Visão no cliente. Descobrir os desejos ocultos do outro, investir tempo sobre as necessidades das outras pessoas e clientes, enfim, detectar aquilo que satisfaz o cliente. Para potencializar essa habilidade: controle suas emoções e tenha flexibilidade para relacionar-se com os diversos tipos de pessoas; quando tem que lidar com clientes que não são muito claros naquilo que desejam, aprenda a questioná-los, para detectar sua real necessidade e desejos; tente manter-se sempre disponível para o cliente; seja simpático; desenvolva um histórico de pedidos de todos os seus clientes, para que quando eles entrarem em contato, você possa otimizar a comunicação.

10) Compreensão interpessoal e empatia. Ter sensibilidade para lidar com todos, satisfazer aos demais, tornar-se o líder do grupo graças a sua empatia. Esta é a habilidade chave, principalmente para aqueles que lidam diretamente com o atendimento ao cliente e profissionais na área de prestação de serviços, pois cabe a esses profissionais identificar com empatia aquilo que seus clientes realmente necessitam. Na verdade, a empatia se desenvolve com a prática, primeiro conscientemente (tomando notas do que o outro diz, escutando dúvidas e necessidades), e depois convertendo isso num hábito diário.

11) Capacidade de liderança. É a capacidade natural dos outros seguirem a você. Se você tem facilidade em motivar seus colegas de trabalho, e eles sempre pedem a sua opinião para tomar decisões importantes, você já tem essa capacidade dentro de si. Fazer com que os superiores também te sigam é uma boa proposta. Para pontecializar ainda mais essa capacidade, dedique uma parte do seu tempo para escutar os demais da equipe, conhecer os problemas pelos quais estão passando e deixar claro que eles podem confiar em você para alcançarem suas metas; tente ganhar o respeito dos demais por meio de suas atitudes, trabalhando com coerência e dando sempre o bom exemplo.

12) Persuasão. Influenciar e persuadir os demais para alcançar os objetivos propostos é uma habilidade muito poderosa. Alguns têm um inexplicável magnetismo com os outros membros da equipe, para que eles dêem o melhor de si. Mas, para conseguir ganhar mais capacidade de persuasão, há algumas dicas: melhore sua capacidade de comunicação e a maneira de por no papel o planejamento das metas; seja coerente em tudo o que diz ou faz, pois é a segurança de sua credibilidade, e assim poderá fazer com que os outros te sigam. Apenas não confunda essa poderosa habilidade de persuadir com a de manipular as pessoas, pois nesse caso essa capacidade deixa de trazer benefícios profissionais para você.

13) Relacionamentos/Pessoas. Manter relações de longo prazo com os colegas de trabalho fora do ambiente profissional; dominar as habilidades interpessoais importantes, como escutar os outros; trabalhar orientando-se nas pessoas e não nas tarefas. Essas e outras atitudes pertencem a uma habilidade muito valiosa e bem requisitada no meio corporativo pelas grandes empresas: a capacidade de relacionamento interpessoal. Para aprimorar essa habilidade: compartilhe com os demais seus assuntos pessoais; escolha pessoas que mais têm afinidade contigo, e estabeleça uma relação de confiança dentro e fora do ambiente de trabalho; trate cada um de forma personalizada; amplie sua rede de relacionamentos, entrando em contato com pessoas novas em reuniões, por exemplo.

14) Coaching. A palavra coach em português significa treinador, mentor. Quem tem a habilidade de “coaching” é aquela pessoa capaz de observar o trabalho em equipe e identificar quais os indivíduos são mais adequados para executar determinada tarefa; consegue abranger as necessidades pessoais de cada um com as necessidades da empresa como um todo e se preocupa para que toda equipe se desenvolva e cresça profissionalmente. Para aprimorar sua capacidade de coach, é preciso primeiramente se espelhar em um outro coach, que te ajude a identificar suas próprias fortalezas, e fazer com que você desenvolva-se profissionalmente, cada vez mais.

15) Trabalho em equipe. Se sentir bem em estar colaborando com todas as pessoas, em que elas também lhe digam o que deve fazer; escutar e respeitar as opiniões alheias diversas das suas; preferir trabalhar em conjunto para alcançar um objetivo comum a trabalhar sozinho para almejar por metas individuais. Essas são atitudes daqueles que possuem essa brilhante capacidade de trabalhar em equipe. Aprender a aceitar críticas; aprender a delegar tarefas; pedir opiniões para os demais e eliminar as barreiras formais em situações rotineiras são formas de você pontecializar mais essa habilidade.

16) Visão do negócio. Para aqueles que se preocupam em estar sempre atualizados; têm a própria opinião sobre em qual lugar está sua organização e para onde ela irá caminhar e é capaz de prever as conseqüências das suas decisões antes que elas virem um problema. Essas são as características de quem já possui essa habilidade, de aguçar seu faro para um todo. Para pontecializar ou começar a treiná-la: desenvolva seu lado e sua curiosidade intelectual, acostumando-se a ler livros, revistas e jornais periódicos; dedique uma parte do seu tempo para planejar, analisar e estabelecer prioridades na sua área de atuação; para prever possíveis conseqüências no futuro, passe a analisar a realidade do mercado em longo prazo, contrastando dados do passado com dados do presente.

17) Autocontrole das emoções. Controlar as situações difíceis e ter capacidade para suportar com naturalidade as situações de máximo estresse. Essas são algumas das características das pessoas que possuem essa habilidade. Para otimizar o controle das suas emoções, ou começar a ter essa habilidade: tome as decisões importantes em momentos de lucidez e não quando você estiver de mal-humor; aprenda a frear as reações negativas, contar até 10 já começa a resolver, ou peça para que alguém te ajude a se controlar; pare para respirar se necessário; potencialize sua habilidade interpessoal com os demais, assim você entenderá os pontos-de-vista dos outros, o que lhe ajudará a compreender melhor suas reações negativas em alguns momentos.

18) Comunicação e negociação. Aqueles que têm a capacidade para iniciar conversas com todos os tipos de pessoas e que, quando explicam assuntos complexos aos demais, conseguem fazer com que eles captem a mensagem logo em seguida. Essas são características das pessoas que possuem a habilidade da comunicação e negociação em evidência. Para otimizar ainda mais essa habilidade: use o feedback para descobrir quais são os obstáculos que te limitam quando se comunica com os demais; para evitar mal-entendidos, use sempre expressões como “ajude-me a…”, assim você consegue negociar e delegar tarefas aos demais.

19) Agilidade para tomar decisões. Não deixe que uma análise excessiva dos fatos faça com que você não tome decisões, te paralise. Essa habilidade se encaixa perfeitamente nas áreas em que se exijam resultados imediatos e decisões estratégicas, sem perder tempo em longas reuniões. Para otimizar: sempre analise todas as informações possíveis antes de tomar uma decisão, evite agir sob pressão; crie o hábito de anotar como você resolve os problemas mais complexos, assim quando tiver que tomar uma decisão difícil, já saberá como resolvê-los.

20) Aprendizado e desenvolvimento pessoal. Aqueles que estão dispostos a iniciar novas tarefas e buscar novos enfoques ou novos modos de fazer as coisas; sentem-se mais motivados com o desenvolvimento pessoal do que com as recompensas materiais que possam vir a ter. Essas são algumas das características que essa habilidade influi. Para otimizar ainda mais ou desenvolver essa habilidade: tente melhorar sua autocrítica com os feedbacks, pois, com eles os outros lhe informam o que está indo bem e mal com você. Se você for capaz de assumir suas críticas e erros será capaz de desenvolver qualquer aprendizado.

Zona de conforto: 7 motivos pelos quais você deve parar de nadar em águas calmas

Zona de conforto: 7 motivos pelos quais você deve parar de nadar em águas calmas

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”

Você dificilmente faz algo fora do seu padrão de comportamento ou acha complicado demais sequer pensar em mudar seus hábitos? Se suas respostam foram positivas, então muito provavelmente você tem receio de sair da sua zona de conforto.

Assim como o curso natural da vida, para evoluir e crescer nos âmbitos pessoal e profissional, é preciso que o ser humano lide com situações que estão fora do seu considerado “normal”.

Sair da sua zona de conforto não é abrir mão do conforto em si, mas sim saber lidar com o medo que impede que você corra riscos e aproveite o processo de crescimento que esse caminho pode proporcionar.

Preparamos esse material para que você entenda melhor o que é, quais os perigos e como sair de vez da sua zona de conforto. Confira!

O que é a zona de conforto, afinal?

A zona de conforto é o conjunto de hábitos e padrões que adquirimos em nossa vida, desde a infância e adolescência até a vida adulta. Por estarem enraizados, normalmente esses hábitos e padrões se tornam inconscientes — com isso, vamos repetindo as mesmas ações e atitudes sem perceber.

São aquelas coisas que temos preguiça de mudar, sabe? Por exemplo: o padrão de não fazer exercício físico, de não romper limites pré-estabelecidos, de dizer “sim” para tudo que os outros nos pedem, de não sermos proativos na vida profissional, etc.

Quais são os perigos e consequências de permanecer nela?

Sem dúvida você já leu ou escutou a seguinte frase, que acredita-se ser de Albert Einstiein:

Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

Essa citação resume o principal perigo da zona de conforto. Ao manter sempre as mesmas ações, uma pessoa dificilmente conquistará novos resultados. Raramente celebrará novas conquistas profissionais, novos relacionamentos pessoais, crescimento empresarial, assim por diante.

De uma maneira mais ampla, existem ainda outros riscos de permanecer por longos períodos na zona de conforto:

  • a não evolução pessoal e profissional, pois a pessoa se fecha para novas experiências;
  • a queda ou estagnação dos resultados da empresa, por não buscar novos aprendizados, soluções, parcerias, etc.;
  • a falsa sensação de segurança e felicidade, que pode ser facilmente abalada por imprevistos externos, como uma crise financeira;
  • o desequilíbrio entre as diferentes áreas da vida, pois as áreas que permanecem na zona de conforto “ficam para trás”;
  • entre outros.

7 motivos para sair da zona de conforto de uma vez por todas

Parar de nadar em águas calmas pode trazer muitos benefícios para sua vida pessoal e profissional. Veja aqui as principais razões para lutar contra a sua zona de conforto:

1. Conhecer suas potencialidades escondidas

Você vai se surpreender com o que se pode descobrir sobre si mesmo no momento em que decidir fazer algo fora do habitual. Quando você corre atrás de um objetivo que antes parecia impossível, se depara com um leque de habilidades e técnicas que você pensava serem inexistentes.

Mesmo que você encontre pedras no caminho, vai perceber que sua capacidade de contornar e lidar com situações difíceis é muito maior do que você jamais poderia imaginar.

2. Expandir a criatividade e habilidades

Depois de conhecer novas potencialidades, você pode mergulhar naquelas que realmente o motivam a seguir em frente. Ou seja, aquelas atividades e assuntos que fazem com que você queira estudar, praticar e se desafiar cada vez mais.

Com isso, abre-se uma estrada gigantesca para que você desenvolva habilidades profundas e a criatividade para propor soluções e contornar problemas.

3. Descobrir a flexibilidade

É comum que as pessoas que ficam tempo demais rodeadas das mesmas escolhas, grupos e atividades acabem se fixando em um único ponto de vista.

Quando você decide se desafiar para além dos seus limites, passa a enxergar novos ângulos — talvez mais proveitosos — da mesma realidade e começa a se aproximar de novas maneira de ver a vida.

Isso resulta numa maior flexibilidade, tanto na maneira como você encara suas atividades e conflitos atuais, quanto na maior facilidade de lidar com as oportunidades oferecidas pela vida.

4. Melhorar sua capacidade de networking

Para ter sucesso, um empreendedor também precisa investir em relacionamentos e networking. Porém, um empresário que mantém sempre os mesmos hábitos acaba se conectando sempre com as mesmas pessoas. Ou, pior do que isso, tem contato com muitas pessoas, mas de forma rasa.

Ao sair da zona de conforto, você passa a experimentar novas situações e a compreender outros pontos de vista. Com isso, sua empatia e capacidade de relacionamento crescem muito. A partir daí, fica bem mais fácil entender como você pode ajudar outras pessoas e como elas podem te ajudar.

5. Eliminar medos (conhecidos ou não)

Tanto os medos que você já conhece como os mais profundos — que ainda estão no inconsciente — têm uma característica em comum: a de prender você em um ciclo vicioso.Por ter medo de mudar em uma determinada área, você não arrisca e não faz nada diferente. Consequentemente, os medos se fortalecem e crescem ainda mais.

Fingir que o medo e a incerteza não existem é sinônimo de engano próprio. Ao assumir riscos de forma controlada e se desafiar a situações que normalmente não faria, você pode experimentar algumas dessas incertezas em um ambiente gerenciável.

Sair da zona de conforto, mesmo que com passos pequenos, faz com que você confronte seus medos, ainda que não tenha certeza de como lidar com isso. O simples fato de agir já faz com que seus receios comecem a se dissipar.

6. Acreditar mais em você

A autoconfiança, a autoestima e o amor próprio crescem à medida em que você supera novos desafios. Isso não quer dizer que você deva mergulhar nos seus medos e ansiedades de uma vez só. Normalmente, pequenos passos para fora da sua zona de conforto fazem com que a autoconfiança se desenvolva gradualmente.

Com isso, cria-se um novo ciclo; dessa vez, um ciclo virtuoso. Quanto mais você sai da zona de conforto, mais autoconfiança ganha para encarar novas situações desconfortáveis.

7. Tornar-se mais independente

Pessoas que vivem na zona de conforto acabam se tornando dependentes de seus próprios hábitos. O problema é que vivemos em uma sociedade dinâmica, onde o contexto de vida pode mudar rapidamente. E quando as coisas mudam, se você não estiver acostumado a se desafiar, vai acabar dependendo de outras pessoas para “não cair”.

Por isso, cada passo para fora da zona de conforto faz com que você explore também a sua autenticidade, independência e autoliderança. Assim, as condições externas podem até mudar, mas a confiança em si mesmo continuará presente.

Obviamente, sair da zona de conforto pode ser — como o nome já sugere — um pouco desconfortável. No entanto, os benefícios são inúmeros. Ao desafiar a si mesmo no empreendedorismo e em outras áreas da vida, você abre espaço para novas oportunidades e conquistas, trazendo muito mais resultados e aprendizados.

Se você gostou desse conteúdo, aproveite para ler o post Não tenha medo do desconhecido ao empreender.

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Por onde começar quando se deseja mudar de carreira?

Pesquisa da ISMA Brasil constatou que 72% dos profissionais do Brasil manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam

Quero mudar de carreira, como escolho? Essa pergunta é mais comum do que imaginamos.

Eu mesmo já passei por isto mais de uma vez, seja por não estar satisfeito com uma carreira ou seu rumo, ou porque eu queria novos desafios, oportunidades, ser promovido, empregabilidade, sair de minha zona de conforto, maiores salários, crescimento profissional, entre outros tantos motivos. Sobram razões para sonhar com um novo projeto de vida.

O fato é que pesquisas relatam, de formas diferentes, a mesma questão sobre a insatisfação com o trabalho, independente o que isto signifique para cada um de nós. A ISMA (International Stress Management Association) Brasil constatou que 72% dos profissionais manifestam algum tipo de descontentamento relacionado ao dia a dia nas empresas em que atuam.

Conforme uma série de mudanças a cada dia mais rápidas, dentre elas disponibilidade de informações de forma fácil, ascensão de classe social, mais anos de estudo, as pessoas cada vez mais tornam-se reflexivas sobre o retorno que um trabalho, carreira, profissão deve dar a cada um, bem como, qual a sua contribuição à sociedade usando o seu talento como ferramenta, isto, ainda conectado com o seu propósito de vida, muitas vezes ainda não muito “claro”, torna o projeto “mudança” ainda mais desafiador .

1.Paixão – Reflita com muita calma sobre o que realmente te dá paixão profissional, aquilo que você se pega mesmo sem perceber pensando, sendo curioso, querendo aprender e fazer mais, agregar valor, isto fará uma grande diferença. Também exercite imaginar se daqui um tempo você se vê atuando com esta “paixão”, pois independe de qual for, a dedicação sempre será muito grande;

2. Valor – E importante identificar e validar sua paixão, mas, ela por si só é insuficiente para aumentar suas chances de sucesso neste projeto de mudança de carreira, é necessário que sua paixão gere valor ao mercado e, seja reconhecida por isto. Simplificando, estamos falando em viabilidade econômica, a sua paixão tem “apelo econômico”? Se sim, está de acordo com sua expectativa de ganhos? Sem esta avaliação, as chances da mudança de carreira não darem certo são maiores e, até o risco de retorno à “carreira insatisfatória” e frustração também são grandes.

3. Conhecimento – Se pergunte: ” Quanto você conhece desta nova carreira ou posição? Há necessidade de algum conhecimento formal (como certificados ou diplomas? Possui contato com alguém que já atua onde você quer ir? De que tipo de conhecimento precisa ter para iniciar nesta posição? Seria interessante fazer um plano para atingir tal conhecimento.

4. Comunicação – Interna e externa. — Primeiro a comunicação interna (com você), chegou a uma definição e se convenceu desta decisão? Se não, o que falta? O que te impede de ter a decisão? — Segundo a comunicação externa, como se posicionará no mercado de trabalho, desde curriculum, linkedin e entrevistas, o pode falar a seu favor para esta mudança e para que os outros “comprem” a sua ideia de mudança?

Lembrando que terá concorrentes muitas vezes tão ou mais experientes do que você para esta nova posição.

5. Procure ajuda – Há um ditado relevante que diz: “Se quer ir rápido, vá sozinho, se quer ir longe, vá acompanhado.” Recomendo sempre que possível pedir ajuda seja profissional ou de uma amigo ou conhecido que já trilhou este caminho e, pode com mais assertividade, segurança te apresentar as possíveis armadilhas e aumentar assim suas chances de sucesso no projeto “mudança de carreira”. Lembre-se: “pensando bem, você pode crescer!”.

5 lições sobre o dinheiro ensinadas pelo Nobel de Economia

5 lições sobre o dinheiro ensinadas pelo Nobel de Economia

Richard Thaler é considerado um dos fundadores das finanças comportamentais. Veja quais são suas principais ideias

Richard Thaler, ganhador do Prêmio Nobel de Economia deste ano,negou o conceito, amplamente usado na economia clássica, de que as pessoas olham para uma nota de um dólar como uma nota de um dólar. O economista americano e atualmente professor da Universidade de Chicago concluiu que pessoas podem, na verdade, ser bem irracionais ao lidar com o dinheiro.

Essa irracionalidade é provocada por questões psicológicas que fazem com que um item em promoção, por exemplo, seja percebido como um negócio melhor do que se fosse vendido pelo mesmo preço, mas não estivesse em promoção.

Ao longo de 40 anos, ele mostrou que consumidores e investidores têm uma racionalidade limitada, preferências sociais e falta de autocontrole, características que têm grande impacto na vida financeira.

Ao verificar que, mesmo com muita informação sobre as finanças, é difícil para qualquer pessoa modificar comportamentos que são quase automáticos, em um de seus livros, chamado de “Nudge: o empurrão para a escolha certa”, ele mostra como políticas públicas podem ajudar as pessoas a economizarem mais. O ponto chave, explica, é simplificar esse processo de decisão ao máximo.

Por exemplo, empresários que dão a opção a seus funcionários de contratarem ou não um plano para a aposentadoria e ainda fazem com que eles tenham de decidir diversos detalhes acerca de sua contribuição mensal dificultam muito a decisão. Seria preferível fazer com que, ao ser contratado, o funcionário começasse a investir na aplicação, que já embutiria ajustes na contribuição ao longo do tempo e conforme fatores como idade, de  forma automática. Basta dar a opção de saírem do plano, e não de entrar. O economista constatou que, dessa forma, as pessoas podem economizar até três vezes mais.

Apesar da dificuldade em mudar comportamentos históricos, Thaler dá ideias de como identificar e driblar os truques da mente para tomar a decisão correta quando o assunto é dinheiro.

1) Coloque tudo no débito automático

Quanto menos obstáculos houver em sua vida financeira, mais acertadas serão suas decisões, segundo Thaler.

Então, por que não simplificar e colocar o dinheiro mensal destinado a uma aplicação financeira em débito automático? Dessa forma, não será necessário decidir se o valor deve ser mesmo destinado para aquele objetivo. É uma forma de não pensar muito sobre o tema, e não ceder a eventuais tentações de curto prazo.

2) Não se deixe enganar por números

É mais fácil desistirmos de uma compra quando vemos que um produto de mil reais está 100 reais mais barato em outro local do que quando um produto de 5 mil reais está sendo vendido por 100 reais a menos na loja concorrente.

Thaler explica que, como consumidores, nos atemos a porcentuais de preços, mas esquecemos da economia em números absolutos, que, no exemplo, é exatamente a mesma em ambos os casos. Portanto, deveríamos valorizá-la em ambas as compras.

A mesma coisa acontece quando vemos um produto em promoção. Ao invés de ceder ao impulso de comprá-lo por conta do porcentual alto de desconto que está sendo concedido, é bom se perguntar: o produto, de fato, está mais barato do que o de uma loja concorrente, que não está realizando promoções no momento? Você compraria este produto por este preço se ele não estivesse em promoção?

3) Entenda o impacto de cada decisão no orçamento

Thaler descobriu que a visão de consumidores sobre o orçamento é dividida para usos específicos, como lazer, contas da casa e aposentadoria. O economista chama esse fenômeno de contabilidade mental, que é a tendência em focar no impacto de decisões individuais, e não no impacto geral que elas têm sobre o orçamento.

Apesar deste comportamento proteger investimentos de longo prazo, pode gerar um custo extra caso haja uma resistência exagerada em transferir o dinheiro entre esses usos.

Por exemplo. caso uma necessidade inesperada no curto prazo exija mais dinheiro do que o esperado, é melhor abrir uma exceção e retirar recursos de uma poupança, por exemplo, do que tomar empréstimos caros.

Outro caso é quando passamos a gastar menos com determinada despesa, mas nossa mente insiste para continuar a destinar a mesma porção de dinheiro a ela, sem refletir muito sobre o tema. Essa porção economizada poderia ser destinada para outo item, mais benéfico.

4) Não valorize bens de forma exagerada

O economista americano também chegou à conclusão de que as pessoas tendem a valorizar muito mais um bem quando são donos dele do que se fossem comprar aquele mesmo item.

Isso porque a venda de um bem gera um sentimento de perda, enquanto a compra de um item gera uma sensação de ganho. Mas o conceito de perda é muito mais negativo e intenso do que o de ganho. É o que explica o conceito de aversão a perdas e o que faz com que um proprietário de um imóvel fique anos para vender o bem porque não consegue avançar em negociações.

Neste caso, o jeito é tentar encarar a questão de forma racional: o bem, de fato, vale o que estou pedindo? Ou há um fator emocional envolvido? E, logicamente, pedir conselhos de terceiros, bem como coletar informações de mercado que mostrem por quanto um bem semelhante vem sendo vendido no mercado.

5) Não caia na cilada do curto prazo

Thaler mostra que a tendência de nossa mente é acreditar que as coisas se depreciam quanto maior o intervalo de tempo. O mesmo valor daqui um ano é percebido como menor, tanto faz se é renda ou despesa.

Por isso, conclui o economista, é muito fácil ceder a tentações de curto prazo, que geralmente são a principal razão para sabotarmos objetivos de médio e longo prazo.

Mas é necessário se esforçar para tentar quantificar os benefícios do futuro. Por exemplo, quem opta por investir mais em educação terá um salário mais baixo por mais tempo, mas, posteriormente, a tendência é que receba uma renda maior do que aqueles que não estudaram tanto. Mundo afora: “Meu filho quer fazer intercâmbio. E agora?” Veja com o Sistema Positivo de Ensino como agir Patrocinado 

Ou seja, é necessário visualizar que os potenciais benefícios no futuro fazem valer a pena o sacrifício no presente. O mesmo vale para um plano de previdência privado.

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